Cuidados de enfermagem a um neonato com persistência do canal arterial com base no modelo de adaptação de Callista Roy
DOI:
https://doi.org/10.20453/renh.v19i1.7263Palavras-chave:
persistência do canal arterial, neonato, unidade de terapia intensiva, enfermagemResumo
A persistência do canal arterial (PCA) é uma cardiopatia congênita comum no período neonatal, capaz de causar alterações hemodinâmicas e respiratórias que exigem cuidados de enfermagem especializados. Este relato descreve a experiência do cuidado a um neonato com PCA, na qual foi aplicado o Modelo de Adaptação de Callista Roy. O caso ocorreu na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital General de Acapulco, México. Realizou-se um estudo de caso clínico descritivo, no qual foi feita uma avaliação abrangente para formular diagnósticos NANDA, planejar intervenções NIC e definir resultados NOC. A aplicação consistente desse referencial teórico-taxonômico permitiu um cuidado voltado à preservação da estabilidade hemodinâmica e respiratória, à prevenção de complicações e ao apoio à adaptação tanto do neonato quanto da família. De modo geral, a integração das taxonomias de enfermagem e das intervenções de prática avançada, sob a perspectiva de um modelo teórico de enfermagem, facilitou a formulação de um julgamento clínico claro e fundamentado. Isso possibilitou oferecer um cuidado específico, oportuno e de alta qualidade ao paciente.
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